“Prefiro morrer a entregar mensagens privadas”

O fundador e CEO do Telegram voltou ao centro das atenções ao reforçar publicamente sua posição intransigente em defesa da privacidade dos usuários. Em uma publicação feita no X (antigo Twitter), ele declarou: “Prefiro morrer. Nenhuma entidade externa tem acesso às conversas privadas no Telegram”, negando acusações de que teria colaborado com autoridades francesas ao compartilhar informações.
A manifestação ocorre um ano após sua detenção em Paris, quando foi acusado de permitir a utilização da plataforma para a prática de crimes. Mesmo sob investigação, o empresário continua a adotar uma postura rígida em relação à proteção de dados, o que o projeta como uma das vozes mais firmes no debate sobre privacidade digital.
O episódio reacende discussões sobre os limites entre a defesa da liberdade de expressão e a responsabilidade legal das grandes plataformas de comunicação.




