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‘Às vezes dói, mas se eu der importância dói ainda mais – Radar Informativo

Apesar da boa disposição e do sorriso que a caracterizam, a cantora admitiu que a doença afeta o seu dia a dia, sobretudo à noite.

“Nesta doença, a parte mais chata é a noite. O corpo entra em modo descanso no fim do dia e aí as dores começam a estar mais ativas. O meu estilo de vida é simplesmente o contrário, porque durmo até ao meio-dia e deito-me às cinco ou seis da manhã”, explicou.

Ainda assim, Rosinha recusa deixar que o diagnóstico lhe roube a alegria de viver:

“Não é assim muito confortável, mas eu não lhe dou muita importância. Às vezes dói, mas se eu lhe der importância vai doer mais.”

A artista revelou ainda que fez quimioterapia durante cinco anos e que atualmente controla a doença através de injeções semanais:

“É chato. É uma doença degenerativa, é progressiva, não tem cura, mas tenho aquelas injeçõezinhas que damos na barriguinha, que fazem com que a sensação de dor não chegue ao cérebro. Tendo a dor, não tenho conhecimento dela, o que é excelente. Nunca mais tive crises. Siga para a frente é o caminho.”

Com o seu espírito resiliente, Rosinha continua a mostrar que, mesmo perante os maiores desafios, é possível encarar a vida com coragem e otimismo.

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