Lima Félix, administrador do BIM, foi o primeiro isso em 1997 a ser assassinado – Times de Todos

A recente e trágica morte de Pedro Ferraz Reis trouxe à memória pública um passado que muitos julgavam esquecido. Ao contrário do que se possa pensar, Ferraz Reis não foi o primeiro administrador bancário a ter um fim abrupto em solo moçambicano. A história remonta a 1997, com o caso ainda nebuloso de Lima Félix, antigo administrador do BIM (Banco Internacional de Moçambique).
1997: A Emboscada a Lima Félix
O caso de Lima Félix continua a ser uma das feridas abertas no setor financeiro nacional. Segundo os registos da época, o administrador foi atraído para um jantar. Ao chegar ao destino e estacionar a sua viatura, foi surpreendido por três indivíduos armados.
Lima Félix foi assassinado naquela mesma noite. Volvidos quase 30 anos, as circunstâncias exatas e os mandantes do crime permanecem envoltos em mistério, sem que a justiça tenha apresentado conclusões definitivas sobre o móbil do crime.
2026: O Enigma Pedro Ferraz Reis
Décadas depois, o cenário repete-se com contornos diferentes, mas igualmente chocantes. Pedro Ferraz Reis foi encontrado sem vida na casa de banho de uma unidade hoteleira de luxo na capital, Maputo.
Embora as autoridades tenham apontado preliminarmente para suicídio, a notícia abalou o mercado financeiro e levantou uma vaga de questionamentos na sociedade civil.
Duas Mortes, Mil Perguntas
Estes dois casos, separados por 29 anos, colocam o setor bancário sob os holofotes pelas razões mais trágicas.
- O que teria levado ao silenciamento de Lima Félix em 1997?
- Quais seriam as pressões que cercavam Pedro Ferraz Reis nos seus últimos momentos?
As dúvidas sem resposta continuam a alimentar teorias e a deixar as famílias e o setor financeiro em busca de uma clarificação que o tempo teima em esconder.
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Fonte: RTP/Arquivos




