Politica

Yaqub Sibindy Acusa Venâncio Mondlane de Usar ANAMOLA para Explorar os Pobres

O presidente do Partido Independente de Moçambique (PIMO), Yaqub Sibindy, criticou duramente Venâncio Mondlane, alegando que o político criou a Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autônomo (ANAMOLA) apenas para “extorquir as migalhas” conquistadas com esforço pelos cidadãos mais pobres.

Embora o PIMO esteja há anos sem realizar encontros internos nem participar em eleições nacionais, Sibindy tem se mantido ativo nas redes sociais, onde partilha as suas opiniões sobre temas da atualidade política.

Segundo ele, a decisão de Mondlane de fundar o ANAMOLA, após o rompimento com Albino Forquilha, líder do PODEMOS, não representa uma alternativa política, mas sim uma tentativa de obter dinheiro da população carenciada.

“Em Ndau, ANA significa ‘não tem’, e MOLA, na linguagem popular, significa ‘dinheiro’. Juntando os termos, fica ANAMOLA, que na prática é andar de esquina em esquina a pedir 10 meticais para sobreviver. Criar partido para arrancar migalhas do pobre é transformar a política em dízimo político”, escreveu Sibindy no Facebook.

O dirigente do PIMO acrescentou que, em vez de fundar novos partidos populistas, Mondlane deveria apresentar propostas de desenvolvimento sustentável que convencessem parceiros internacionais e trouxessem benefícios reais para os moçambicanos.

Entretanto, as declarações de Sibindy não passaram despercebidas. Muitos internautas reagiram com críticas, acusando-o de falta de legitimidade e cobrando maior transparência no próprio PIMO.

“Quando foi que realizou o último congresso do seu partido? Quem é o secretário-geral? Onde estão os membros?”, questionou um utilizador. Outro foi ainda mais ácido: “A voz do burro não chega ao céu.”

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