Tecnologia e Inovação

Homem sobrevive 100 dias com coração artificial de titânio e recebe alta

Um homem de 40 anos, na Austrália, tornou-se o primeiro paciente a deixar o hospital depois de sobreviver por mais de 100 dias com um coração artificial de titânio, enquanto aguardava um transplante cardíaco.

O dispositivo, desenvolvido pela empresa BiVACOR, foi projetado para substituir totalmente o coração humano. Ele utiliza tecnologia de levitação magnética para bombear o sangue de forma contínua, sem desgaste mecânico, garantindo o funcionamento vital durante todo o período em que esteve implantado.

Segundo os médicos do St. Vincent’s Hospital, onde o procedimento foi realizado, o paciente conseguiu manter atividades básicas do dia a dia enquanto aguardava a cirurgia definitiva. Posteriormente, recebeu um coração humano compatível, confirmando a eficácia da tecnologia como uma ponte segura até o transplante.

Especialistas destacam que o caso representa um avanço histórico na cardiologia, demonstrando que corações artificiais podem vir a ser uma alternativa permanente para pessoas que não têm acesso imediato a doadores. O sucesso abre novas perspectivas no combate à insuficiência cardíaca e reforça a esperança de reduzir a dependência de órgãos humanos no futuro.

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